Ora pois muito bem queria antes de mais nada pedir desculpa pela falta de postagem no passado domingo e avisar ainda que esta se deverá manter por mais uma semaninha já que entrei em período de avaliações e o tempo para pensar em conversas parvas com sentido (quer isso exista ou não) não é muito.
Tuesday, January 22, 2008
Saturday, January 5, 2008
Post nº 19
E agora que estamos ainda neste espírito do inicio do ano, quero aqui deixar uma palavra de apreço a todos aqueles que andam pelas ruas, ao frio, à chuva, sujeitos a todas as intempéries que a mãe natureza lhes apresenta nesta altura. A todos aqueles que não podem beber um café ou comer um bolito no calor do café.
A todos os fumadores, aqui fica a minha palavra de apreço. Boa sorte! Tudo de bom!
A todos os fumadores, aqui fica a minha palavra de apreço. Boa sorte! Tudo de bom!
Post nº 18
Ora como em muitos outros blogs surgiram posts deste género, venho eu também resumir o meu ano de 2007.
Muitas amizades que se solidificaram, quer em poker nights, cafézadas no Kaffa, acampamentos de verão, visitas a Arraiolos e passagens de ano.
Retomas de amizades antigas, que julgava para sempre perdidas, ao balcão do Karma.
O Karma… lá se foi o Karma, mas enfim, bons momentos de lá trago também.
As praxes, o trajar, a bezana dos anos do Bárbaro (embora não saiba se isso é um momento bom), o baptismo da Maria (tinhas razão Marta, gostei desse facto).
A tua entrada na minha vida, mas isso guardo para mim e para ti.
Mas nem tudo foi bom. O Karma fechou, o Manuel desapareceu, a Karina já só aparece de quando em vez e o John deixa saudades e um vazio lá em casa que até mete dó.
A noite da recepção ao caloiro e a manhã do dia 17 de Abril foram, sem dúvida, os piores momentos de 2007. No que toca ao 17/4 uma vez mais, Desculpa! Quanto ao outro momento…
E claro, a apresenração sobre o YouTube.
Foi mais ou menos isto, se me esqueci de alguma coisa, que sa CENSURADO.
Muitas amizades que se solidificaram, quer em poker nights, cafézadas no Kaffa, acampamentos de verão, visitas a Arraiolos e passagens de ano.
Retomas de amizades antigas, que julgava para sempre perdidas, ao balcão do Karma.
O Karma… lá se foi o Karma, mas enfim, bons momentos de lá trago também.
As praxes, o trajar, a bezana dos anos do Bárbaro (embora não saiba se isso é um momento bom), o baptismo da Maria (tinhas razão Marta, gostei desse facto).
A tua entrada na minha vida, mas isso guardo para mim e para ti.
Mas nem tudo foi bom. O Karma fechou, o Manuel desapareceu, a Karina já só aparece de quando em vez e o John deixa saudades e um vazio lá em casa que até mete dó.
A noite da recepção ao caloiro e a manhã do dia 17 de Abril foram, sem dúvida, os piores momentos de 2007. No que toca ao 17/4 uma vez mais, Desculpa! Quanto ao outro momento…
E claro, a apresenração sobre o YouTube.
Foi mais ou menos isto, se me esqueci de alguma coisa, que sa CENSURADO.
Saturday, December 22, 2007
Post nº17
Ora lá chegámos uma vez mais à bela da quadra natalícia. Em muitos blogs aparecem listas de prendas que se quer oferecer e de prendas que se quer receber. Pois a minha prenda é um novo conceito. Ele aí.
Não sei se já repararam mas as luzes de natal, aparecem no natal e desaparecem quando este acaba voltando a aparecer no natal seguinte, as canções de natal ouvem-se no natal e desaparecem quando este acaba, voltando a aparecer no ano seguinte, o mesmo se passa com a árvore de natal, os enfeites de natal e muitas outras coisas acabadas em “de natal”.
Assim o conceito que vos queria deixar é o seguinte, as “prendas de natal”, que é aquela prenda que se oferece no natal e que se retira quando o natal acaba e que voltará a surgir no ano seguinte. Simples, eficaz e, acima de tudo, barato.
Bom natal pó pessoal e tal.
Sunday, December 16, 2007
Post nº16
Rubrica Nientista – Post 3
Muito bem caríssimos leitores, confesso que ando sem tempo sequer para me coçar, assim, decidi fazer toda uma pesquisa sobre “nada” e aqui está o resultado da mesma.
Fisicamente é preciso distinguir três coisas: o vácuo, o vazio e o nada. O vácuo é um espaço não preenchido por qualquer matéria, nem sólida, nem líquida, nem gasosa, nem plasma, nem mesmo a matéria escura. Mas pode conter campos: campo eléctrico, campo magnético, campo gravitacional, luz, ondas de rádio, raios X, ou outros tipos de radiação bem como outros campos e a denominada energia escura. Pode também estar sendo atravessado pelas partículas não materiais mediadoras das interacções. O vácuo possui energia e suas flutuações quânticas podem dar origem à produção de pares de partícula e antipartícula.
O vazio seria um espaço em que não houvesse nem matéria, nem campo e nem radiação. Mas no vazio haveria ainda o espaço, isto é, a capacidade de caber algo, sem que houvesse. No Universo não existe vazio, pois todo o espaço, mesmo que não contenha matéria, é preenchido por campo gravitacional, outros campos e pela radiação que o atravessa, de qualquer espécie.
No nada não existe nem o espaço, isto é, não há coisa alguma e nem um lugar vazio para caber algo. O conceito de nada inclui também a inexistência das leis físicas que alguma coisa existente obedeceria, dentre elas a conservação da energia, o aumento da entropia e a própria passagem do tempo. Sendo o espaço o conjunto dos lugares, isto é, das possibilidades de localização, sua inexistência implica na impossibilidade de conter qualquer coisa. Isto é, não se pode estar no nada. O nada é, pois, um não-lugar.
Sunday, December 9, 2007
Post nº 15
Rubrica Nientista – Post 2
Faltando-me uma vez mais a inspiração, facto reincidente ultimamente, decidi vasculhar os meus posts passados de blogs passados, “passados” quer em termos de tempo quer em termos de adjectivo. O resultado da procura é este post que em tudo se encaixa na mais famosa rubrica deste blog. Ou não fosse ela a única. Ele aí.
“Nada” em várias linhas
Queria só começar por escrever “nada”, este texto, muito à semelhança dos meus últimos, limita-se a dizer “nada” e assim sendo estou para aqui a escrevinhar ”nada” apenas pelo gozo de postar.Com este post proponho-me mostrar como o “nada” pode por vezes significar “muito” e não apenas “nada”, se a esta altura ainda estiverem a acompanhar o raciocínio (se é que ainda pode ser apelidado disso) então é melhor procurarem ajuda e rápido enquanto isso ainda não é nada. Por exemplo, eu aqui ao tentar falar do “nada” já vos estou a presentear com um post nada pequeno (imaginem no dia em que falar sobre o “tudo”) e isto nem sequer é nada de especial, enfim acho que o que interessa mesmo é que não me saí nada mal uma vez que consegui não ficar nada atrás do meu objectivo, o de falar de “nada” em várias linhas e conseguir dizer “nada” para aí 15 vezes sim porque mesmo que as vão contar aqui está a última, nada mal hein. ;)P.s.: para os mais desatentos uma das vezes está no título.
Sunday, December 2, 2007
Post nº 14
Rubrica Nientista – Post 1
Ora hoje regressa o meu dia sem inspiração e assim sendo sai mais 1 capítulo dessa que já arrasta multidões de fãs. Falo é claro da rubrica nientista, a rubrica que se destina a falar de precisamente “Nada” e assim esta semana deixo mais uma destas minhas conversas parvas sobre “Nada”. Ela aí.
Nada que nada que nada
Nada e torna a nadar
Nada que nada que nada
E depois torna a nadar, (rima complicada esta)
Nadas à tona da água
Nadas por baixo da água
Nadas sem beber a água
E só nadas dentro da água, (esta então)
Nada que nada que nada
Nada que nem um ouriço
Nada lá pá outra banda
Que eu não tenho nada com isso
Nadas que nem um peixinho
Nadas a serpentear
Eu cá nado de mansinho
Tenho asma não convém cansar
Nadas que nem um javalim
Quando o lago está seco
Pareces-me um arlim
Sai daqui, oh badamêco
Nadas que nem uma hortaliça
Na sopa despojada do corpo
Vou comer uma linguiça
E arrematar com um côpo
Nada de noite e de dia
Nadas plo meu portugale
Eu cá nado ca tu tia
É velhota mas bem vale
Nadas que nem um gólfinho
Nadas que nem uma árã (rã)
Vou mas é ao almocinho
Temperadinho com hortelã, (não sabia mesmo o que rimar com rã)
Nadas que nem um valente
Nada rapaz dá-lhe arrima
Eu nado todo contente
Mas é com a tua prima
Nadas que nem o outro
No jantar de anos das outras
Grégou o prato todo
Nem se escaparam as ostras
Nada que nem um compadre
Com sua indigestão
Nadas de manhã à tarde
Mas não és um galifão
Nadas que nem um rubinho
Todo nu de toca florescente
O nu não sei para que é
E a toca é-me indiferente
Nadas à volta do mundo
Para ti tudo é perto
Eu só nado para o fundo
E é de gargomilo aberto
Nada que nada que nada
Nada e torna a nadar
Nada que nada que nada
E depois torna a nadar
Portanto o conceito de “Nada” de que falei não era, talvez, aquele que os leitores estavam à espera mas pronto.
Ora hoje regressa o meu dia sem inspiração e assim sendo sai mais 1 capítulo dessa que já arrasta multidões de fãs. Falo é claro da rubrica nientista, a rubrica que se destina a falar de precisamente “Nada” e assim esta semana deixo mais uma destas minhas conversas parvas sobre “Nada”. Ela aí.
Nada que nada que nada
Nada e torna a nadar
Nada que nada que nada
E depois torna a nadar, (rima complicada esta)
Nadas à tona da água
Nadas por baixo da água
Nadas sem beber a água
E só nadas dentro da água, (esta então)
Nada que nada que nada
Nada que nem um ouriço
Nada lá pá outra banda
Que eu não tenho nada com isso
Nadas que nem um peixinho
Nadas a serpentear
Eu cá nado de mansinho
Tenho asma não convém cansar
Nadas que nem um javalim
Quando o lago está seco
Pareces-me um arlim
Sai daqui, oh badamêco
Nadas que nem uma hortaliça
Na sopa despojada do corpo
Vou comer uma linguiça
E arrematar com um côpo
Nada de noite e de dia
Nadas plo meu portugale
Eu cá nado ca tu tia
É velhota mas bem vale
Nadas que nem um gólfinho
Nadas que nem uma árã (rã)
Vou mas é ao almocinho
Temperadinho com hortelã, (não sabia mesmo o que rimar com rã)
Nadas que nem um valente
Nada rapaz dá-lhe arrima
Eu nado todo contente
Mas é com a tua prima
Nadas que nem o outro
No jantar de anos das outras
Grégou o prato todo
Nem se escaparam as ostras
Nada que nem um compadre
Com sua indigestão
Nadas de manhã à tarde
Mas não és um galifão
Nadas que nem um rubinho
Todo nu de toca florescente
O nu não sei para que é
E a toca é-me indiferente
Nadas à volta do mundo
Para ti tudo é perto
Eu só nado para o fundo
E é de gargomilo aberto
Nada que nada que nada
Nada e torna a nadar
Nada que nada que nada
E depois torna a nadar
Portanto o conceito de “Nada” de que falei não era, talvez, aquele que os leitores estavam à espera mas pronto.
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